Insulina: O Que É, Para Que Serve E 5 Dicas de Armazenamento

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Insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, que permite a entrada de glicose nas células para ser transformada em energia. Pessoas com diabetes podem precisar de injeções do hormônio por diferentes motivos: não produzir suficiente, não conseguirem usá-la adequadamente ou ambos os casos.

As injeções de insulina têm percorrido um longo trajeto, desde que passaram a ser usadas no tratamento do diabetes, em 1920.

Hoje em dia, além de diferentes tipos para atender as necessidades de cada usuário, há inúmeras maneiras de injetar o hormônio.

Insulina Ajuda Glicose A Entrar Nas Células Do Corpo

Se a glicose não consegue entrar nas células, acumula-se na corrente sanguínea. Quando não tratada, a glicemia alta causa complicações a longo prazo.

Além disso, quando o açúcar no sangue atinge um certo nível, os rins tentam se livrar dele por meio da urina, fazendo com que o indivíduo precise urinar com mais frequência.

A micção frequente causa sintomas como cansaço, sede e fome excessivas, levando à consequente perda de peso.

A glicose proveniente dos alimentos não é a única fonte de energia do nosso organismo. O corpo também recebe energia de um tipo de açúcar complexo chamado glicogênio, armazenado no fígado e nos músculos.

O fígado converte o glicogênio em glicose e a libera na corrente sanguínea quando a pessoa está sob estresse ou com muita fome. Quando há insulina suficiente, os músculos aproveitam o glicogênio para gerar energia sem liberá-lo diretamente no sangue.

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Tipos De Insulina

Existem hoje vários tipos de insulina disponíveis para o tratamento de diabetes e elas se diferenciam pelo tempo em que ficam ativas no corpo, pelo tempo que levam para começar a agir e de acordo com a situação do dia em que elas são mais eficientes.

Compreendendo como hormônio funciona, você poderá planejar suas refeições, lanches e exercícios. O tratamento deve se ajustar tanto ao seu estilo de vida quanto às suas necessidades de controle de glicose.

Lembre-se, o uso é muito individual e nem sempre se acerta de primeira. É importante ter paciência.

Não existe um ‘tamanho único’ no que se refere ao tratamento e ao plano de gerenciamento do diabetes.

Seus objetivos, idade, saúde geral, fatores de risco e atividades diárias são considerados, portanto, cada terapia é individual.

A insulina humana (NPH e Regular) utilizada no tratamento de diabetes atualmente é desenvolvida em laboratório, a partir da tecnologia de DNA recombinante. A chamada de ‘regular’ é idêntica à humana na sua estrutura. Já a NPH é associada a duas substâncias (protamina e o zinco) que promovem um efeito mais prolongado.

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As insulinas mais modernas, chamadas de análogas, são produzidas a partir do hormônio humano e modificadas de modo a terem ação mais curta (Lispro (Humalog®), Aspart (NovoRapid®) ou Glulisina (Apidra®)) ou ação mais prolongada (Glargina (Lantus®), Detemir (Levemir®) e Degludeca (Tresiba®). Também podem ser apresentadas na forma de pré-misturas. Há vários tipos de pré-misturas: insulina NPH + insulina Regular, na proporção de 70/30, análogos de ação prolongada + análogos de ação rápida (Humalog® Mix 25 e 50, Novomix®30).

Podem vir em frascos e canetas. Os frascos são de 10 ml (para uso com seringas) e o refis, são de 3 ml (usados em canetas de aplicação ), assim como podem vir em canetas de aplicação descartáveis. Outra forma de administração é a bomba de insulina

Unidades De Insulina

A insulina identificada com U-100 significa que existem 100 unidades de insulina por mililitro (mL) de líquido no frasco. O paciente deve sempre respeitar o número de unidades prescrito pelo médico.

O auxílio do especialista é fundamental para determinar a dosagem apropriada. Atualmente no Brasil todas as insulinas comercializadas são U-100.

Insulina Basal E Bolus

O pâncreas secreta o hormônio de duas maneiras: basal e bolus. Como basal entende-se uma secreção constante de insulina que permanece em níveis baixos no sangue o tempo todo e é produzida em forma de ‘gotas contínuas’, mantendo a liberação de glicose para as células do organismo.

Enquanto o termo bolus, se refere a quantidades maiores de insulina que são liberadas na circulação sanguínea em momentos de maior necessidade, como por exemplo às refeições, ou quando há aumento de açúcar no sangue.

5 Dicas de Armazenamento

O medicamento que ainda não foi aberta deve ser guardada na geladeira entre 2 e 8ªC.

Depois de aberta, pode ser deixada à temperatura ambiente (menor do que 30°C) por 30 dias, com exceção da detemir (Levemir), que pode ficar em temperatura ambiente por até 42 dias.

É importante manter todos os tipos de insulina longe da luz e do calor.

Descarte o que ficou exposta a mais de 30°C ou congelada.

Não use medicamentos após o fim da data de validade.

Para ajudá-lo a acompanhar a data, o usuário pode anotar no rótulo o dia em que abriu o frasco ou colocar um pedaço de esparadrapo colado com a data em que foi aberta a insulina pela primeira vez.

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